
Desde os primórdios da humanidade que os homens buscam a supremacia sobre seus semelhantes, seja por meios físicos, intelectuais ou psicológicos, visando o domínio de quantos à sua volta.
Assim nos tempos mais remotos da humanidade surgiram pessoas que se dedicaram em explorar os pontos frágeis de si próprios como meta para atingi-los em seus eventuais opressores, objetivando livrarem-se do jugo e possivelmente reverter o quadro dominando-os.
O primeiro caso da espécie nos remete aos relatos bíblicos, quando Davi explora a fragilidade do calcanhar do valoroso guerreiro Aquiles, para vencê-lo com uma flexada exatamente nesse local rompendo o nervo que passou a chamar-se tendão de Aquiles.
Nessa direção, inconscientemente os jovens, especialmente eles - pelo fato de estarem mais expostos à explosão diária das cenas explicitas da violencia atual -, vem lotando as academias especializadas em lecionar técnicas de defesa pessoal, tecnicas derivadas das mais diversas modalidades de luta como jiu-jitsu, judo, muay thai, boxe, etc, precursoras da febre atual o MMA, esporte que vem arrebanhando adeptos de maneira assustadora.
Não obstante, considerando-se a complexidade da vida moderna, mais uma vez esse segmento da sociedade busca dentro da cavalar concorrência, uma oportunidade de se afirmar no meio social juvenil, buscando nesses treinamentos uma forma de se projetarem a nível mundial, aderindo ao mundo do espetáculo do MMA, ao molde das arenas criadas pelos reis da antiguidade, no intuito de se verem projetados naqueles bravos escravos que forçosamente se degladiavam até a morte para deleite dos nobres, hoje ricos expectadores.