De longas datas, desde nossas primeiras aulas infantis, ouvimos falar da força heróica do povo brasileiro contra a Ditadura Militar de 1964.
É e foi-nos dito que as pessoas que se insurgiram contra aquele regime autoritário tinham e detêm ainda hoje o denodo dos que não se conformam com um estado de coisas arbitrário, autoritário, nepotista, corrupto e anti-democrático.
Sob essa bandeira hoje se insurgem meros fracotes que sob o manto da revolução, desprovidos de coragem física e ou psicológica, se diziam guerrilheiros, defensores da Nação e buscam a sombra do Poder para dele apenas sugarem suas benesses como aqueles que outrora já assim o fizeram e foram denegridos e por fim banidos.
E assim meia dúzia de supostos idealistas ávidos de sede pelo poder se apoderou da grande maioria da população para fazer dela massa de manobra e se assenhorarem do Poder.
Hoje vemos pasmos esses "Salvadores da Pátria" apossados das poltronas do Poder cometerem atos de igual desprezo contra o Povo Brasileiro, sob a desculpa de estarem agindo sob o pálio da Democracia.
Hoje, igualmente ao passado os "Generais" blindam seus "ordenanças"(Ministros e Secretários) e os deixam impunes ante à apuração das mazelas por eles cometidas em detrimento da Nação Brasileira.
Todos nós temos visto nos últimos dez anos escândalos, falcatruas e desmandos praticados pelos prepostos do Ditador-Mor, ludibriador da ignata massa de brasileiros aculturados prevalecente no País.
Ressalte-se que sob a ótica do mesmo todos foram exemplarmente punidos: demitidos de seus postos de alto escalão, onde sugavam mihões de reais mensalmente do pesado fardo tributário da Nação.
Assim aconteceu com Zé Dirceu, Berzoinni, Marcos Valério, Palocci, Buchiken e tantos outros que faziam parte e comiam no mesmo prato que aquele que os acobertava.
Todos assumiram suas culpas isentando o comandante-em-chefe, que perante o povo brasileiro passou a posar de herói a dizer que não sabia de nada do qeu se passava no seu Gsbinete Civil em anexo.
No Brasil como nós brasileiros costumamos ter a memória curta, os fatos costumam se repetir e tal qual os escandalos das empreiteiras, dos anões do orçamento e tantos outros vieram a se repetir apenas com outros nomes tais como quebra de sigilos bancários,mensalões, etc.
Mais uma vez estamos diante da açao do Generalato blindando seus fiéis escudeiros ao proteger os escândalos de corupção - mais uma vez da Casa Civil(ou Militar?) - da Presidência cuja Ministra Dilma - que nada via nem ouvia de sua fiel assessora Erenice - hoje pleiteia uma vaga de totalitária do Poder ora reinante.
Tal qual nos idos de 1964, ainda temos sentimentos de revolta de tais atos ditatoriais símis, apenas nos falta espaço para protestarmos, porque o Ditador atual aparelhor o aparelho repressor em níveis bem mais autantes que outrora e comprou o País sob o manto do INCRA, recolonizando o Brasil nos moldes de 1549 quando todos os moradores de terras brasileiras eram colonos de Portugal. Tal ocorre hoje com os colonos do INCRA que são todos escravos do Poder do Palácio do Planalto, que com migalhas por ele doadas, emprestam suas dignidade ao ponto de sentirem importantes o quanto se sentiram Fernandes Calabar, Joaquim Silvério dos Reis e outros que a História do Brasil revela.
Assim, pergunto poderia haver hoje um foco de resistência tal qual o do Araguaia, por exemplo, se o ditador atual mantem em arquivo as coordenadss geográficas de cada casa do campo(latitude x longitude)?
Mas que ninguém duvide: a inquietação e a revolta popular ante aos fatos ora vistos ainda existe com certeza.
O Tribuno.
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